Dia-a-dia

Maconha não é sinônimo de violência

Rio tem Marcha da maconha

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/05/rio-tem-marcha-da-maconha.html

Manifestantes realizam Marcha da maconha em Brasília

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1096083-manifestantes-realizam-marcha-da-maconha-em-brasilia.shtml

A marcha no Rio de Janeiro pela descriminalização da maconha, foi uma marcha timída, seguida por pouca gente, não que não exista milhões de maconheiros na cidade, mas possivelmente muitos ficaram com medo de mostrar a cara. Pelo menos a polícia respeitou e não fez nada enquanto a galera gritava: “sou maconheiro com muito orgulho, com muito amor”. Já passou da hora de discurtirmos seriamente sobre isso. Se não fizesse tão mal não existiria milhões de marchas por ano aqui no país a defendendo. É muito cômodo dizer que a maconha é a culpada de toda violência quando quem mais perderia com sua descriminalização seria os traficantes e os policiais corruptos. Maconha concerteza não produz violência, o que gera mortes brutais e doenças terríveis é coisas mais fortes cocaína, heroína, crocodilo (nova droga sintética, veja mais aqui) e outras drogas mais pesadas feitas em laboratório, uma simples planta não faz mal a ninguém. A maconha é proibida muito mais pelo preconceito e pela supertição do que pelos seus males reais. Cocaína já mata a pessoa, por doença ou assassinada, como o crack. A maconha é vista com tanto terror que é chamada de erva do diabo. Mas já se sabe por estudos que a cannabis sativa pode produzir potentes remédios contra o glaucôma, contra naúseas que a quimioterapia do câncer causa, contra AIDS, além de calmantes e medicamentos contra insônia, é uma matéria prima cheia de possibilidades terapeuticas. Agora a mentalidade da maioria acha que a maconha é coisa do demônio, porque tira a pessoa da conciência da produção obsessiva. Não à mal produzido pela maconha que seja pior que Whiski, cachaça e outras bebidas permitidas. O problema que o trafíco de drogas da lucro, justamente por ser proíbido. Um dia os caretas vão descobrir isso.